Congresso Anual da ADJ

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No recente Congresso Anual da ADJ, Associação Diabetes Juvenil em São Paulo a tônica foi a individualidade do tratamento do portador de diabetes.

Bons palestrantes e muitas práticas e oficinas para os Educadores em Diabetes, As vivências deram um bom sentido ao nosso papel na sociedade. Foi gratificante ver e ouvir os relatos dos representatntes presentes da Costa Rica, Perú e Uruguai, no cuidado com pessoas idosas, indígenas, jovens e urbanóides com nós, aqui da cidade grande.

Por ser uma doença silenciosa e não manifestr sintomas, muitas pessoas são surpreendidas com o diagnóstico de diabetes.
Muitos demoram para aceitar a nova condição e até duvidam do diagnóstico feito pelo profissional médico. Quanto mais tempo demora para iniciar o tratamento mais acentua a enfermidade.

Diferente do diabetico do Tipo 1 que ocorre geralmente crianças e jovens e pela ausencia da insulina no organismo, a aceitação da insulina exógena ocorre de forma positiva. O aprendizado inicial sendo bem feito o tratamento segue com os cuidados de sempre.
No adulto onde o diagnóstico é tardio pois a doença chega a ficar até dez anos sem se manifestar, a aceitação do tratamento sofre muita resistência.

Cabe a equipe de atendimento dar o suporte ao trabalho médico na segura orientação ao portador seus familiares e amigos. Todos devem se importar e oferecer o apoio às necessidades do diabético. Cuidados com a alimentação, a prática de exercícios e o uso correto dos medicamentos.

Tem gente que toma todos os medicamnetos do dia num só momento. Pode ser diferente da orientação médica, que deve ser seguida sem pestanejar é cuidar ou sofrer.

Com os cuidados necessários o portador mantendo-se na faixa de segurança orientada pelo profissional médico terá maior segurança no tratamneto e na condução da vida sempre mantendo seus medicamnetos em local que a famíla possa localizar e socorrer em momentos agudos.
Enfim falar sempre do assunto forma conceito e facilita a vida do portador.
A troca de experiências é salutar e deve ser praticada, mantendo a atençaõ de seu caso em particular, pois cada um é um ser único.
Importante é que cada um deve se educar não apenas para aprender a fazer e sim saber ser, segundo palavras da mestra D. Graça, grande coordenadora do evento
Bom tratamento a todos e até breve.

Luiz Carlos Henrique

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